Tamanho Único;
Moldura de madeira preta em sanduiche de vidro;
Obra Beira Mar
Quando sabemos para onde ir, fica mais fácil escolher o caminho. Afinal, navegar é preciso.
A obra beira-mar fala sobre isso, sobre ser cais e caos, terra e mar, apoio e coragem...
Em análise, percebi que a densidade também é um amadurecimento. Como em divertidamente 2, novos sentimentos vão surgindo e eles vão ficando mais complexos com o tempo. Nossa felicidade hoje, é diferente de quando criança: éramos felizes porque sim. Hoje ganhamos uma consciência desse sentimento e muitas vezes ele vem atrelado a uma busca precedente.
A felicidade, inclusive, passa a ganhar camadas. Em 2024 quando lidei com o luto pela primeira vez, percebi que muitas vezes a felicidade pode vir de mãos dadas com a nostalgia, saudade, superação ou até mesmo culpa. Louco né?
Conforme o amadurecimento vai acontecendo, as camadas vão ganhando densidade e a felicidade - complexidade, descobrimos que ser feliz sozinho é realmente muito mais difícil e que não dá pra voar o tempo todo, nem mesmo viver nessa busca sem aproveitar o processo.
É preciso ganhar consciência e ter um pé no chão, um apoio, uma segurança, um cais. Seja pra pegar impulso, pra descansar ou pra ter um norte. Seja esse cais interno ou projetado em pessoas, lugares ou ações.
A vida, no final das contas, é um eterno equilíbrio entre ter coragem para ir para fora de si, buscar felicidade, conexões, crescimento… e, saber também voltar quando preciso para pegar fôlego, alimento, apoio, se organizar… um eterno equilíbrio entre cais e caos.
É sobre isso a obra beira mar. ⚓️🛶